Existe uma ideia associada aos indígenas de que a fotografia roubaria a alma, que o ato fotográfico causaria a morte, justamente por separar corpo e alma artificialmente.

Mas, acredito que não roubamos almas, nós, fotógrafos, compartilhamos talentos. Sempre achei que fotografia era um ofício de equipe. Quando faço um retrato, gosto de saber das habilidades do fotografado, de seus gostos, profissão hobbie… e se essa conversa não acontece antes, a sessão acaba virando uma entrevista!

Mas, porque eu lembrei dessa lenda agora? Esses dias convidei um amigo, o Rodrigo Cunha, para um retratos meios diferentes, algo mais autoral. A escolha não foi a toa, o moço é ator e dos bons! (Fiquem ligados para o espetáculo de teatro do moço chamado Espécie. É bacanérrimo!!)

Só pra ter ideia, quando pedi uma expressão mais intensa, ele foi tão fundo que chorou! Sim! E demorou menos de 3 minutos!!!!

Rodrigo Cunha intenso!
Sim!! Menos de três minutos desta foto para esta!

E isso foi no já no início do ensaio.

O que foi ótimo, por que me deu possibilidade de produzir essa série intitulada “Vários”.

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Não roubamos almas, dividimos lembranças, criamos arte, provocamos reflexões, compartilhamos talentos!

Beijos à todos!

Lu Barcelos

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3 comentários sobre “Ladrão de almas?

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